Gostava de abordar aqui o tema dos patrocínios para atletas uma vez que sou frequentemente contactado para patrocinar atletas, bem como modelos, cantores, artistas, etc. Por essa razão parece-me fazer todo o sentido que percebas a minha visão sobre o assunto.

A esmagadora maioria de nós foi ensinada/educada/programada para ter um emprego.

«Estuda muito e trabalha muito para arranjares um bom emprego».

É assim que o cérebro da maioria das pessoas está programado para agir. Tendemos a munirmo-nos de recursos necessários, trabalho, conhecimento, bajulação, etc para conseguir um bom emprego, ou seja, alguém ou algo que cuide de nós.

No caso dos Líderes de Opinião (neste caso vou falar de atletas, sendo que funciona da mesma forma para artistas, manequins, etc) apesar de com algumas diferenças inerentes ao meio, o conceito é o mesmo, ou seja o atleta procura um clube que pague bem e certo (quando isso é possível, coisa que não o é na grande maioria dos desportos) e na esmagadora maioria das vezes um patrocínio.

A questão é que aquilo que para o atleta é um emprego (recebo X para promover a marca Y), para a empresa é um negócio (pago Z ao atleta uma vez que tenho a expectativa de ganhar 1.000xZ em vendas por causa de ter esse atleta associado à minha marca).

Assim o atleta tem na sua cabeça um emprego (um valor garantido logo zero risco) e a marca tem um negócio (um custo garantido, um potencial de rendimento e um risco associado, uma vez que o atleta pode não performar como se esperava).

Tendo por base esta lógica facilmente concluímos que se o atleta obtiver resultados há continuidade de patrocínio ou apoio (palavra muito usada no meio, uma vez que ao contrário do que se pensa o valor monetário dos patrocínios na  esmagadora maioria das modalidades é tão baixo que os atletas compram melhor o conceito se em vez de ser vendido como um patrocínio for vendido ao atleta como um apoio), caso contrario o patrocínio tende a terminar.

Na prática é o mesmo que acontece num emprego, se entregas resultados renovas o contrato caso contrário és despedido. Mesmo que estejas sempre a entregar resultados com o passar dos anos começam a aparecer gente mais nova, com mais genica, sem família e com muito mais disponibilidade para trabalhar mais horas e isso faz com que as empresas começam a ‘encostar’ os antigos empregados de forma a arranjar uma maneira o menos onerosa para se ver livre deles.

Estou certo que já ouviste várias pessoas queixarem-se que deram tanto do seu tempo à sua empresa, abdicaram de momentos familiares e o retorno que esta lhes deu foi ver-se livre delas.

É por isso é que vemos a maioria dos ex-atletas a queixarem-se que apesar de terem trazido medalhadas para Portugal têm dificuldades financeiras. Isso deve-se ao facto dos atletas terem uma enorme dificuldade em aceitar que um patrocínio é um negócio e não um apoio.

Como negócio é na grande maioria dos casos um mau negócio para os atletas, uma vez que recebem um valor extremamente baixo quando comparado com o valor que a empresa patrocinadora recebe resultante da venda dos produtos promovidos pelo atleta.

Para alem disso o valor da imagem do atleta tem flutuações muito elevadas sendo que está em alta num curto espaço de tempo, pois se hoje toda a gente fala dele porque ganhou aquela medalha, daqui a quatro meses irão estar a falar de outro atleta que ganhou outro título. Quando deixam de competir deixam de ganhar títulos, logo na esmagadora maioria dos casos o seu valor cai para zero.

Também no caso dos atletas existe uma minoria que tem uma visão maior e opta por em vez de receber apenas uma pequena parte do seu valor, aproveitam esse seu valor para construirem um negócio e controlar o seu futuro sem depender dos interesses de negócio dos outros. Um negócio que lhes pode proporcionar a segurança de serem financeiramente independentes quando terminar a sua carreira desportiva.

Sim, há uma pequena minoria de atletas que já tem essa visão e é por isso que escolhem juntarem-se à maior empresa de nutrição do mundo, onde podem ter um negócio só seu com o apoio de uma grande marca por trás.

Saber que estás dentro de um negócio milionário, onde 73% do valor do produto é devolvido aos Membros e com toda a estrutura de uma grande multinacional que te permite ter um negócio vitalício e hereditário em mais de 90 países, dá-te a possibilidade e segurança para controlares totalmente o teu futuro dedicando-te à modalidade que mais amas sem depender de ninguém.

Um negócio que te dá a liberdade de participares nas provas que TU decides e não nas provas que te obrigam a participar para que a exposição da tua imagem justifique o patrocínio.

Isto dá muito mais segurança que um ‘ordenado’ que pode acabar já amanhã e também te dá toda a liberdade que qualquer atleta deseja.

É muito bom conhecer atletas de renome com esta visão.

Bem-vindos à Família Herbalife Ana & Miguel.

Um abraço,

António Ferreira

 

Se pretenderes uma solução nutricional com produtos Herbalife ou um part-time e iniciares o teu negócio como Membro Herbalife fazendo parte minha equipa, entra em contacto através do mail: info@bemestarglobal.com pois o meu propósito é ajudar pessoas que querem mais da sua vida a desenharem o estilo de vida dos seus sonhos e a viver livremente a sua paixão. O negócio Herbalife é para mim uma das melhores formas que conheço de proporcionar isso.

 

Miguel Ricardo: https://www.facebook.com/pg/thorgod

Ana Fragoso: https://www.facebook.com/Ana-Fragoso-IFBB-198086063659746

Prémios:

– 1ª Classificada Taça de Portugal 2011

– 1ª Classificada Campeonato Nacional 2012

– 1ª Classificada Grande Prémio de culturismo RS

– 8ª Classificada Arnold Classic Europe 2012

– 1ª Classificada Open Vila do Conde 2012

– 1ª Classificada Taça de Portugal 2012

– 1ª Classificada I Open Ibérico Cidade de Castelo Branco

– 1ª Classificada Open Academia António Mesquita

– 1ª Classificada Open SL Nutrition

– 6º Arnold Classic Europe

– 5º ELVS Prague Pro Bikini Olympia Amateur

 

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